Há quem diga que o mais difícil
de uma jornada são os primeiros passos, a decisão de seguir tal caminho e
colocar-se a caminhar... Há também quem garanta que os passos mais penosos são
os últimos, quando corpo e espírito estão cansados...
Pois eu acredito que os passos
mais complicados são os do meio, os mais valiosos e decisivos. Para começar algo o individuo é determinado
por fatores principais como: impulsos, obrigações, influências ou quando
imbuídos de motivação. O que os leva a iniciar a marcha de forma até tranquila.

O impasse da caminhada está no
intervalo entre o impulso e sede pela vitória. Pois temos carência de uma
bengala, chamada perseverança ou persistência. Várias personalidades podem nos
servir de exemplo:
Se Bethoveen tivesse desistido?
Mas ele não desistiu embora enfrentasse a maior das adversidades para um
músico, perder a audição, no meio de sua carreira. E mesmo quando tudo parecia
não ter mais volta ele perseverou e compôs músicas mesmo sem ouvir, na verdade
ele escutou a vibração do sonho que partia do coração.
E se um dos responsáveis pelo fim
da apartheid desistisse? Nelson Mandela não abandonou a luta contra o racismo,
mesmo após permanecer 27 anos na prisão, no meio de sua jornada. Seguiu firme
em busca do seu ideal e ajudou a enterrar a apartheid e a desenterrar uma
África do Sul melhor.
Se os empecilhos tivesse feito Jesus
Cristo abandonar sua missão? Cristo não desistiu, apesar das tentações,
traições e fraquezas dos homens. Não se abalou com a dor e sofrimento para cumprir
sua missão. Quer maior exemplo de perseverança que o de Jesus Cristo.
Desistir é fácil, difícil é
continuar andando em terreno pedregoso. Contudo temos no nosso interior forças
suficientes para vencermos as batalhas diárias, e mais do que isso, alguém com
quem podemos contar em qualquer circunstancia, chame-o de Deus, Javé, Alá,
Jeová, ou simplesmente de Pai.
“A vida, entendeu, era bem como parecida com a música. No
começo, há mistério, e no final confirmação, mas é no meio que reside a emoção
e faz com que a coisa valha a pena. (...) finalmente havia entendido que a
presença de Deus está em todo lugar, em todos os momentos, e é sentida em um
momento ou outro, por todas as pessoas...” Trecho do livro A última Música
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